terça-feira, 9 de abril de 2013

Chimarrão ou Tereré(ê)?

  
É estranho ser paulista e morar no sul.
Falam de Inter, Grêmio, Coxa Branca, chimarrão...
Gosto mesmo é Santos, São Paulo, Corinthians e tererÉ (ou já devo aderir ao tererÊ?).
Vejo-me como parte envolvida, num dilema "sul paulino".

  

sexta-feira, 29 de março de 2013

Calafrios


É como se estivéssemos embriagados, no dia seguinte acordamos e não nos lembramos de nada.
Ou temos medo de lembrar.
Uma coisa é certa, a distancia ainda é grande, tamanha é a vontade, feito o desejo.

Que loucura!
Falta coragem, as mãos transpiram.


Aquela sensação de borboletas no estômago.
Arrepios pelo corpo todo.
Dá medo! 

Até que você diz:
 

- Juro que se fosse hoje...
      ...e a tela se escureceu!

quarta-feira, 13 de março de 2013

Politica(gem)

Ah, Fernandópolis!
De longe aprecio e me entristeço com meu berço.
Terra moça de politiqueiros infantis.
Uma ciência, sacrificada a bel-prazer. Oxalá que o tempo passa. E passou! [ainda bem]
A política passa a ser nojenta a partir do momento em que as ideias e ideais de oposição passam a ser torcida contra.
Esquecem os politiqueiros que por trás de uma figura publica, há milhares de cidadãos que exerceram uma escolha (ainda que imbuídos numa pseudodemocracia), e, com essa mesquinhosidade, são sacrificados ainda mais.

Prudência, educação e bom senso, nunca são demais.
Principalmente, para com o povo!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Livre-arbítrio

A liberdade que temos de escolher nosso caminho, está na força de nossas ações decidir, fazer escolhas
Todos nós podemos definir de que maneira desejamos viver!
Se teremos bons e verdadeiros amigos ou apenas colegas
Se amaremos profundamente ou sentiremos superficialmente
Se podemos tocar a lua, ou apenas nos contentarmos com seu reflexo na água
Podemos ser, ter e viver da maneira que desejamos
Não existe limites, distâncias, barreiras que nos impeçam de crescer, apreciar, experimentar e viver!
Tudo, exatamente tudo é permitido desde que não prejudiquemos ninguém.
Precisamos vivenciar nossos sentimentos sem medo,
Deixar que transpareçam
Precisamos escolher os passos que queremos dar e não apenas seguir as setas que vão nos indicar
lutar por nossos sonhos
Agradecer por nossas conquistas
Nascer, viver e morrer todos os dias
Precisamos do melhor que a vida possa nos oferecer

Não é preciso a dor para aprender
Podemos escolher nossos melhores amigos
Podemos escolher nossos companheiros para a vida
Podemos escolher nosso caminho para o sucesso
Voe livre
Faça suas escolhas

E acredite que eles serão sua realidade apartir de hoje...
(autoria desconhecida)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Amor desconjugado

Procuro incessantemente um culpado
Para este martírio que me deixa desolado
O verbo amar, por mim não pode mais ser conjugado
Mas teria eu desaprendido o que já me fora outrora ensinado?

Talvez alguém teve o poder de fazer-me esquecer
De maneira parcial, já que fez-me perceber
Que apenas o pretérito deste verbo ainda posso compreender
Já o futuro e o presente no ostracismo foram perecer

Mas talvez ainda me reste uma chance de tentar
A aprender novamente a este verbo conjugar
Ou quem sabe a conseguir alguém para me ensinar
De maneira tão singela, genuína e peculiar

Esta falta de sintonia entre o verbo e a conjugação
Em meio ao esquecimento talvez tenha solução
Com duas almas conjuntas em perfeita união
Ressuscitando o saber conjugando com perfeição

Texto de Jorge Pontes

terça-feira, 10 de maio de 2011

E ao abrir as cortinas, a magia do espetáculo é ofuscada pela verdade

Há quem diga que a televisão educa, mas engana. Entretanto, é indiscutível que ela fascina uma multidão de pessoas. Por sua vez, o entretenimento consegue agradar a grande maioria, até mesmo àqueles utilizam a televisão apenas para saciar a sede de informações e de conhecimento.
Há vários anos, um programa televisivo consegue atrair a atenção dos telespectadores, utilizando-se da junção destes dois ingredientes, informação e entretenimento, que ao mesmo tempo em que encantam, educam. O Programa do Jô é não só um prato cheio para os amantes de uma boa entrevista descontraída, como também para os sedentos por informação.
Há mais de meio século na área, e com um prestígio admirável, José Eugênio Soares, o Jô Soares, tem o dom de prender a atenção dos telespectadores com entrevistas produtivas e trocadilhos rápidos, que por vezes são alternados com piadas curtas raciocinadas com uma velocidade formidável. Uma engasgada do entrevistado ou uma “bola fora”, desencadeia um comentário rapidamente criado pelo apresentador, de forma engraçada e criativa. A grosso modo, é uma “língua afiadíssima”.
Porém, quando o programa é presenciado por todos os ângulos, diferentemente dos enquadramentos aos quais os telespectadores ficam limitados, o espetáculo perde um pouco do brilhantismo, criado a partir das imagens vistas na televisão.
A realidade é outra. Não que isso desmereça ou apague a beleza do Programa, mas a ofusca parcialmente, de maneira que quem presencia passa conhecer o que realmente é verdade. O que antes parecia um estúdio enorme passa ser pequeno, da mesma maneira pela qual o apresentador, com pique de menino, aparenta ter uma estatura inferior à vista na telinha.
Assistentes, produtores, auxiliares, falando e gesticulando, mantendo a ordem e câmeras estrategicamente posicionadas, deixam tudo organizado e o mais próximo possível do perfeito. Os bastidores realmente são surpreendentes, educativos e incitantes. Mas, de certa forma, o faz ver o Programa (que poderia ser qualquer outro) com outros olhos, desfalecendo aquele olhar, embora peculiar, ligeiramente ludibriado (no bom sentido, claro).

Texto de Jorge Pontes