Parabéns Brasil, parabéns brasileiros.
As manifestações por todo país expuseram parte da revolta e o anseio de
se mudar esse famigerado sistema político-social em que vivemos hoje.
Chega de corrupção!
Chega de roubalheira!
Chega de pão e circo!
Chega de esmolas!
O povo quer mudanças. O povo quer dignidade, respeito e lealdade. Se
precisamos ser representados por uma minoria, que seja ela passível de falhas sim, mas que o orgulho e patriotismo seja dominante na maior parte do tempo.
O gigante acordou, levantou do sono em berço esplêndido, e não fugiu a
luta. Que a luta continue, fora das ruas agora, o próximo passo é nas
urnas.
O gigante? Acordou!
E que desperto permaneça até as próximas eleições!
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segunda-feira, 1 de julho de 2013
O gigante acordou
sábado, 4 de dezembro de 2010
Ser Jornalista é...
Ser Jornalista é saber persuadir, seduzir. É hipnotizar informando e informar hipnotizando. É não ter medo de nada nem de ninguém. É aventurar-se no desconhecido, sem saber direito que caminho irá te levar. É desafiar o destino, zombar dos paradigmas e questionar os dogmas. É confiar desconfiando, é ter um pé sempre atrás e a pulga atrás da orelha. É abrir caminho sem pedir permissão, é desbravar mares nunca antes navegado. É nunca esmorecer diante do primeiro não. Nem do segundo, nem do terceiro... É saber a hora certa de abrir a boca, e também a hora de ficar calado. É ter o dom da palavra e o dom do silêncio. É procurar onde ninguém pensou, é pensar no que ninguém procurou. É transformar uma simples caneta em uma arma letal.
Ser jornalista não é desconhecer o perigo; é fazer dele um componente a mais para alcançar o objetivo. É estar no Quarto Poder, sabendo que ele pode ser mais importante do que todos os outros três juntos.
Ser jornalista é enfrentar reis, papas, presidentes, líderes, guerrilheiros, terroristas, e até outros jornalistas. É não baixar a cabeça para cara feia, dedo em riste, ameaça de morte. Aliás, ignorar o perigo de morte é a primeira coisa que um jornalista tem que fazer. É um risco iminente, que pode surgir em infinitas situações. É o despertar do ódio e da compaixão. É incendiar uma sociedade inteira, um planeta inteiro. Jornalismo é profissão perigo. É coisa de doido, de maluco beleza. É olhar para a linha tênue entre o bom senso e a loucura e ultrapassar os limites sorrindo, sem pestanejar. É saber que entre um furo e outro de reportagem haverá muitas coisas no caminho. Quanto mais chato melhor o jornalista.
Ser jornalista é ser meio metido a besta mesmo. É ignorar solenemente todo e qualquer escrúpulo. É desnudar-se de pudores. Ética? Sempre, desde que não atrapalhe. A única coisa realmente importante é manter a dignidade. É ser petulante, é ser agressivo. É fazer das tripas coração pra conseguir uma mísera declaraçãozinha. É apurar, pesquisar, confrontar, cruzar dados. É perseguir as respostas implacavelmente. É lidar com pressão, pressão de todos os lados. É saber que o inimigo de hoje pode ser o aliado de amanhã. E a recíproca é verdadeira. É deixar sentimentos de lado, botar o cérebro na frente do coração. É ser frio, calculista e de preferência kamikaze. É matar um leão por dia, e ainda sair ileso. É ter o sexto sentido mais apurado do que os outros, e saber que é ele quem vai te tirar das enrascadas. Ou te colocar nelas.
Ser jornalista é ser meio ator, meio médico, meio advogado, meio atleta, meio tudo. É até meio jornaleiro, às vezes. Mas, acima de tudo, é orgulhar-se da profissão e saber que, de uma forma ou de outra, todo mundo também gostaria de ser um pouquinho jornalista.
Ser jornalista é enfrentar reis, papas, presidentes, líderes, guerrilheiros, terroristas, e até outros jornalistas. É não baixar a cabeça para cara feia, dedo em riste, ameaça de morte. Aliás, ignorar o perigo de morte é a primeira coisa que um jornalista tem que fazer. É um risco iminente, que pode surgir em infinitas situações. É o despertar do ódio e da compaixão. É incendiar uma sociedade inteira, um planeta inteiro. Jornalismo é profissão perigo. É coisa de doido, de maluco beleza. É olhar para a linha tênue entre o bom senso e a loucura e ultrapassar os limites sorrindo, sem pestanejar. É saber que entre um furo e outro de reportagem haverá muitas coisas no caminho. Quanto mais chato melhor o jornalista.
Ser jornalista é ser meio metido a besta mesmo. É ignorar solenemente todo e qualquer escrúpulo. É desnudar-se de pudores. Ética? Sempre, desde que não atrapalhe. A única coisa realmente importante é manter a dignidade. É ser petulante, é ser agressivo. É fazer das tripas coração pra conseguir uma mísera declaraçãozinha. É apurar, pesquisar, confrontar, cruzar dados. É perseguir as respostas implacavelmente. É lidar com pressão, pressão de todos os lados. É saber que o inimigo de hoje pode ser o aliado de amanhã. E a recíproca é verdadeira. É deixar sentimentos de lado, botar o cérebro na frente do coração. É ser frio, calculista e de preferência kamikaze. É matar um leão por dia, e ainda sair ileso. É ter o sexto sentido mais apurado do que os outros, e saber que é ele quem vai te tirar das enrascadas. Ou te colocar nelas.
Ser jornalista é ser meio ator, meio médico, meio advogado, meio atleta, meio tudo. É até meio jornaleiro, às vezes. Mas, acima de tudo, é orgulhar-se da profissão e saber que, de uma forma ou de outra, todo mundo também gostaria de ser um pouquinho jornalista.
Parabéns a nós!
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Nada!
Como seria se absolutamente NADA existisse?
Já imaginou?
Não haveria tempo e nem vácuo,
afinal o vácuo é um conceito.
Deveria assim haver uma mente para perceber o nada.
Seria impossível não haver uma mente,
pois tem que haver uma observação,
uma percepção vindo de alguém
para que alguma coisa exista.
Deveria haver uma mente,
um ponto de observação que percebesse o nada,
mesmo que não haja nada a perceber.
Algo deveria ter pelo menos consciência de sua própria existência,
mesmo que não saiba praticamente nada, há de ser alguém.
Seria impossível não existir mente alguma!
Se não existisse uma mente não se perceberia o nada,
não se perceberia a ausência de luz,
de energia,
de coisa alguma!
Então o nada não existiria.
Se uma mente existe, então existe algo, então o nada também não existe!
Logo...
É IMPOSSÍVEL QUE O NADA EXISTA!
Sendo impossível a inexistência de uma mente,
ou ponto de percepção,
seria impossível que mente alguma existisse no início.
Nossas mentes sempre existiram.
D'onde vieram?
Do nada!?
Já imaginou?
Não haveria tempo e nem vácuo,
afinal o vácuo é um conceito.
Deveria assim haver uma mente para perceber o nada.
Seria impossível não haver uma mente,
pois tem que haver uma observação,
uma percepção vindo de alguém
para que alguma coisa exista.
Deveria haver uma mente,
um ponto de observação que percebesse o nada,
mesmo que não haja nada a perceber.
Algo deveria ter pelo menos consciência de sua própria existência,
mesmo que não saiba praticamente nada, há de ser alguém.
Seria impossível não existir mente alguma!
Se não existisse uma mente não se perceberia o nada,
não se perceberia a ausência de luz,
de energia,
de coisa alguma!
Então o nada não existiria.
Se uma mente existe, então existe algo, então o nada também não existe!
Logo...
É IMPOSSÍVEL QUE O NADA EXISTA!
Sendo impossível a inexistência de uma mente,
ou ponto de percepção,
seria impossível que mente alguma existisse no início.
Nossas mentes sempre existiram.
D'onde vieram?
Do nada!?
quarta-feira, 6 de junho de 2007
manifesto ao EGO
Revolta-te meu irmão, àqueles que vos rodeiam.
Aqueles que pregam, no mais fundo e suplico sorriso desaforado da boca pra fora, insistindo em dizer que somos o melhor Amigo.
De fato, não somos o melhor Amigo. De fato, somos o amigo melhor.
Um elo de mútua dependência não compreendido, tampouco reconhecido ou aceito, mas sempre, devaneado meio “Culto ao Ego”.
Egoísmo sempre o meu, num instinto de protegei-vo(s) a um estranho para eu, ou numa oportunidade de carinho mal sucedida.
Daríamos nossa vida pela tua! E por mim, dar-me-ia um prato de pão e leite !?
Ainda assim, insiste em dizer que são melhores a que qualquer OUTRA.
Quem sabe não veio minha ESPÉCIE aqui, designada a ressaltar pouco mais a tua, no teu infinito espaço de valores morais e nada éticos.
Seria cômico assumir uma postura a parar-te no portão do teu lar e dizer isso tudo. Sem contar no susto que levaria ao presidir tal cena.
É... se bem me faz conhece-lo, de pronto estou quase certo que assustar-te-ia, a seguir um estranhamento, por fim a dúvida exclamada: Porque ele pode me entender!?
“Não, ele não pode me entender, sou EU que o entendo” - com isso, será tomado por um alivio imediato, voltando às origens.
Goze do momento!
Somos tão submissos, a ponto de nos compararmos às vossas submissões quando vos contradizem Sozinhos. Na minha infinita inocência e irracionalidade, acredito quando diz que o planeta ainda tem salvação.
Confesso que não entendo muito do seu mundo, mas o que não entendo mesmo é o porquê vives em função da busca a uma continua evolução, para que cheguem numa constância passada!?
Um dia ouvi na sala de tua casa, uma coisa que falava sozinha repetindo por três vezes “Nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia”.
Aprendi que devemos crer e confiar em quem nos da valor, aquilo não pareceu me dar muita atenção. Já você, ah... Você é quem me alimenta todos os dias!
Não sei de que forma posso te retribuir, juro que se pudesse diria MUITO OBRIGADO.
Vejo agora o quão egoísta fui em querer não admitir que você(s) realmente são os melhores.
Tinhas razão, sou mesmo um “quadrúpede”.
Perdoa-me!
(...)
(...)
Agradeça-te meu irmão, àqueles que vos rodeiam...
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