sexta-feira, 2 de julho de 2010

A copa da zebra!

Quem diria...
Nem o mais pessimista dos ‘criadores’ poderia imaginar, não assim.
Inúmeras as cores, se findaram, em duas apenas.
Foi-se o verde (e amarelo), azul, o vermelho (e verde).
E ficou o preto e branco.
De fato as savanas africanas escondem ilustres protagonistas.
É logo ali, um pulinho só.
Ah, mas o contraste é bonito, vamos admitir né!
Foi muito caprichoso aquele que a esculpiu. Esculpiu?
Mas também, o que querias meu caro? Estamos nós no espaço dela!
Lembra-te do que leu a sete linhas acima!?
Savana africana, a-f-r-i-c-a-n-a.
Puxa vida, e não é que é no mesmo continente da copa de 2010!!!
A copa da zebra!

sexta-feira, 25 de junho de 2010

O poder das palavras

Uma palavra pode matar alguém?

O que pensas nesse exato momento?
O que já falou para alguém hoje?
Já perdeu alguém por uma palavra mal dita?
Já te sentiu ameaçado por causa de suas palavras?
Podemos dar vida a pessoas que estão na pior,
e usar a mídia como remédio para sua dor.
Faça de tuas palavras o melhor de seu interior,
a boca fala o que carregas no coração.
Só assim você mostrará sua verdadeira identidade.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Por amor


Perguntaram-me certo dia o que seria capaz de fazer por amor ou pela pessoa amada.
– Tudo! Como qualquer apaixonado, imediatamente respondi.
Por tal, a morte é o limite.
. . .
Já com o tempo se passando e as experiências que só a vida nos proporciona se firmando, creio ter conseguido definir ao certo, o que faria pelo amor.
Matar?
Morrer?
Bobagem!
Cedo ou tarde aprendemos que perder a vida, não demonstra que amamos, apenas, o quão somos tolos e desequilibrados.
Viver o que hoje vivo, estar ao lado de alguém que amo, me fez ver o amor de outra forma.
Aprendi que até pra amar, é necessário que soframos. Graças!
São nessas horas que aprendemos lições valiosas!

“...cuide bem do seu amor, seja quem for”

quarta-feira, 16 de junho de 2010

1 ano

Eba, festa?
Que nada... Faxina!
Eis o que estava precisando isso aqui.
Novidades por vir, acompanhem!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Contagem Regressiva

Os Deuses se distraem
As horas se confundem
Do credo faz-se a dúvida
E o cronos o aion assume

O que é segundo vira hora
O minuto não existe
Envelheço sem a consciência
Que meus dias vão embora

Pior que isso só as crianças
Que de tão velhas pouco vivem
Reproduzem-se à manter a ordem
Naturalmente crescem
E sem que se dão conta, nascem

Como é bom a distância a dois
Quando aqui por perto, sinto a tua falta
Agora que estás longe me isolo
Trancado n’algum canto da cidade
Poetizo só minha felicidade

Contanto os dias para sua volta
Vivo levando essa vida passiva
Fazendo da saudade um bem ausente
Meio a essa contagem regressiva

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Jornalismo cultural com responsabilidade

“Jornalismo cultural com responsabilidade
Tem noção de História do tema que escreve
Não confunde lealdade com submissão
Sabe ter boa relação com as fontes
Sabe que seu primeiro patrão é o leitor
Não é refém da indústria cultural
Forma sua própria opinião, mesmo que não vá expressá-la
É mais exigente e menos complacente
Cobre o “depois” e não só o “antes”
Se preocupa mais em analisar do que em divulgar”
(Eduardo Horácio - Jornalista)


Literatura, Poesia, Notícia!?
Independente do gênero, tais palavras descrevem ao certo o que vem a ser o tão dito e pouco praticado “Jornalismo Cultural”.
O Jornalismo Cultural, aquele que noticia, acompanha e divulga resultudos está cada dia mais escasso.
Há quem diga que fora engolido pelo que, quem, quando, como, onde e porquê.
Estaria o jornalismo cultural em crise?
Boas críticas de produtos culturais, que ocupavam até duas ou três páginas, sumiram.
Só existe o "antes". Ninguém mais comenta o "depois".
Ninguém ao certo sabe o porque de tamanha redução ou mudança no estilo.
As hipóteses mais provaveis talvez sejam o o curto tempo do leitor de hoje para absorver conteúdos informativo ou o enxugamento dos profissionais nas redações.
Se não bastassem todos os problemas do jornalismo de hoje, ainda há os que sempre permearam o jornalismo cultural e continuam malresolvidos. Como não misturar crítica com gosto pessoal? Como fazer o jornalista entender que crítica é intervenção (e não opinião)?
Os problemas não são poucos!
É possível que, um dia, isso se resolva. Isso se os jornais impressos ainda estiverem vivos para contar o final da história.